Algumas cenas dizem mais do que qualquer discurso. Elas não precisam ser explicadas, só vividas.
Recentemente, o Fantástico, da Rede Globo, exibiu um desses momentos raros: Ferrugem levando a filha para andar de skate, cercado pela família, em uma das pistas mais simbólicas do país.
Nada de performance. Nada de palco.
Só skate, afeto e tempo compartilhado.
Um lugar que carrega história do skate brasileiro
A cena foi gravada na Praça do Ó, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Um pico que não é qualquer pista.

O local costuma receber etapas do STU, o principal circuito brasileiro da modalidade. Palco de grandes nomes, manobras históricas e da evolução recente do skate nacional.
Mas naquele dia, a pista não era sobre campeonato. Era sobre início.
Quando o skate volta a fazer parte da vida
Pouca gente sabe, mas o skate não é novidade na história do Ferrugem. Na infância, ele já andava, como muitos que cresceram brincando e se divertindo.
Agora, anos depois, o skate reaparece de outro jeito: como ponte entre gerações.
A filha do meio, Sofia, está apaixonada pelo esporte. Curiosa, empolgada, vivendo aquela fase em que tudo é descoberta. E ali, na pista, não estava só o pai. Estava a família inteira: esposa e as três filhas, acompanhando, incentivando, participando.
Skate também é isso.
É coletivo. É ambiente. É apoio.
A surpresa que marcou o dia
A matéria ainda reservou um momento especial: a presença da Letícia Bufoni.
Ícone do skate brasileiro, Letícia apareceu como surpresa para a Sofia, trocou ideia, deu dicas e mostrou, de forma simples, que o skate também é sobre acolher quem está começando.
Sem hierarquia. Só troca real.

O detalhe que quase passa despercebido e gera orgulho
No meio de tudo isso, pista, família, surpresa, emoção, havia um detalhe silencioso, mas poderoso e que nos encheu de orgulho.
O skate usado pela Sofia era um shape 4Msb, com TIPtech. Um modelo de 2019 da coleção flores.
Não era novo. Não era lançamento. Não estava ali para aparecer ou como uma ação de marketing.
Estava ali porque ainda funciona.

Quando a durabilidade vira parte da história
Quem anda de skate sabe como funciona a lógica tradicional: lascou, perdeu pop, troca.
Durante muito tempo, o shape virou um item de consumo rápido. Algo que não acompanha fases, só desgaste.
A TIPtech nasce para romper com isso.
Para permitir que o skate dure mais, mantenha performance e siga rodando enquanto a vida acontece. Um shape que atravessa anos não carrega só tecnologia, carrega momentos.
A melhor tecnologia é a que não aparece
Naquela pista, ninguém estava falando de material, engenharia ou patente.
O skate estava lá apenas cumprindo seu papel: permitir a experiência.
E talvez esse seja o maior sinal de que algo foi bem feito.
Quando a tecnologia some, e o que fica é o skate, é porque ela está funcionando exatamente como deveria.
Skate não é descartável. É continuidade.
Um shape que dura mais não economiza só dinheiro.
Ele respeita o tempo de quem anda. Ele respeita o vínculo.
Pode começar na infância, atravessar fases, mudar de tamanho, de peso, de estilo, e o shape do skate continua te acompanhando.
Skate é isso. Não é sobre trocar toda hora. É sobre seguir em movimento.
Se você quiser entender melhor como funciona a TIPtech, vale conferir nosso conteúdo explicando a tecnologia e também conhecer os shapes Maple e shapes Marfim, pensados para quem vê o skate como equipamento e não como produto descartável ou modinha.

No fim, aquela cena no Fantástico mostrou algo simples e poderoso:
O skate continua sendo o mesmo. O que muda é quem anda e as histórias e laços que ele ajuda a construir.
Quer assistir à matéria completa?
A cena exibida no Fantástico está disponível online. Vale assistir para entender o contexto completo desse momento entre skate, família e cultura.
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